NOTA DA DIRETORIA DA APUB

A APUB Sindicato, firme na sua trajetória  e firme nas suas responsabilidades, não cederá um passo na sua obrigação de representar os professores que nos elegeram para  um período de dois anos a se esgotar em 13 de dezembro próximo.  Não estamos mais diante de uma luta sindical, porque esta se resolve sempre com a eleição de uma nova diretoria. Estamos diante do assédio moral de um grupo de professores arregimentados por partidos políticos marginais com o intento de destituir a diretoria da APUB. Um grupo que não se sabe ao certo quantos são os professores realmente. Este controle nunca existiu. Eles nunca deixaram que fosse feito. A pretensa destituição da APUB, encenada na semana passada é somente uma disfunção social do grupelho golpista que a perpetrou. Somente uma assembleia convocada pela diretoria ou por 10% dos associados, em lista assinada e entregue 48h. antes à diretoria,  pode destituir a diretoria do sindicato. Nenhuma das duas coisas aconteceu. E como se isto fosse pouco ainda colocaram na suposta comissão provisória alguns professores não filiados ao sindicato. Alguém que não é filiado a um sindicato pode estar na sua direção? Estão blefando.

Consultado, o prof. Celso Castro, Diretor da Faculdade de Direito, foi peremptório na afirmação de que é vã qualquer tentativa de destituição da atual diretoria da APUB. Não teriam como fazê-lo. Mesmo os 5% do nosso Estatuto é demasiadamente inconsistente, tomando em conta a relação entre o percentual que elegeu a atual diretoria e os 5% da destituição. Pelo visto, muita água ainda vai passar por debaixo da ponte, antes que a aventura autoritária e golpista se consuma no nosso sindicato. Para que isto não ocorra, tomaremos todas as medidas necessárias ao nosso alcance. É preciso defender um mandato que vem cumprindo rigorosamente o programa pelo qual foi eleito. De que nos acusam? De ter negociado com o patrão. Mas esta é a tarefa principal de um sindicato. Negociar é ceder de ambos os lados e concluir no final com propostas diferentes das iniciais. A ANDES não fez isto  porque é um partido político, é uma trama dentro do movimento docente e não um sindicato nacional como se pretende. Não apresentou proposta porque não conseguiu sistematizar nada para entregar ao governo, dentro do prazo estabelecido. Agora corre atrás do prejuízo, querendo reabrir negociações já encerradas. As universidades já começaram a sair da greve por conta própria, porque não há uma direção sindical que organize esta saída. Discurso ideológico, estranho ao meio, não organiza nada.   Os andinos precisam vir a publico dizer o que fazem com o dinheiro dos associados, além de xingar o governo e perseguir os “inimigos”.

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