Quando um sambista morre, o céu fica em festa

A alegria de um sambista genial, de versos brilhantes, simples, desconcertantes – talvez como um drible de Garrincha, que encantou por mais de 80 anos o Brasil, a Bahia, o bairro Garcia, em Salvador. O Garcia, bairro onde residia e de onde sai o maior protesto de rua do Carnaval de Salvador, lhe prestava homenagem todos os anos, durante o cortejo da Mudança do Garcia. E ele, Riachão, fazia questão de participar da festa, que tinha a sua cara.

O samba da Bahia está de luto, em compensação o céu está em festa! Riachão, vá em paz, e não esqueça de fazer aí uma roda de samba, chama Mussum, Jackson do Pandeiro, Roberto Ribeiro e diga-lhes também:
“cada macaco no seu galho,
eu não me canso de falar
o meu galho é na Bahia
o seu é em outro lugar.”

Viva Riachão!!!

Foto : Carol Garcia/GOVBA

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