{"id":29853,"date":"2019-09-16T21:09:30","date_gmt":"2019-09-16T21:09:30","guid":{"rendered":"http:\/\/apub.org.br\/?p=29853"},"modified":"2019-09-16T21:09:34","modified_gmt":"2019-09-16T21:09:34","slug":"livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade-download-gratuito","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade-download-gratuito\/","title":{"rendered":"Livro \u2013 Reforma Trabalhista no Brasil: Promessas e Realidade [Download gratuito]"},"content":{"rendered":"\n<p>H\u00e1 quase 2 anos, em novembro de 2017,\nentrou em vigor a chamada reforma trabalhista (Lei 13.467), que alterou\ncentenas de disposi\u00e7\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o do trabalho no Brasil, particularmente da\nCLT.<\/p>\n\n\n\n<p>A reforma foi aprovada com base em algumas\npromessas declaradas, dentre as quais se destacam a cria\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de\npostos de trabalho<a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftn1\">[1]<\/a>\ne o aumento da formaliza\u00e7\u00e3o do emprego<a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftn2\">[2]<\/a>. Todavia, passados 22\nmeses de sua ado\u00e7\u00e3o, a reforma nem de longe alcan\u00e7ou os objetivos que a\njustificaram.<\/p>\n\n\n\n<p>O desemprego se mant\u00e9m sem altera\u00e7\u00f5es\nrelevantes desde novembro de 2017. Considerando os efeitos da sazonalidade, tem\nocorrido leve redu\u00e7\u00e3o do desemprego aberto<a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftn3\">[3]<\/a>, contudo, cresce o desemprego\ntotal<a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftn4\">[4]<\/a>. Ademais, o surgimento da\nquase totalidade das ocupa\u00e7\u00f5es ap\u00f3s a reforma n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo \u00e0 nova lei,\ndentre outras raz\u00f5es, por serem majoritariamente informais e ou ilegais. <\/p>\n\n\n\n<p>Para analisar esses resultados e os efetivos impactos da reforma, a Rede de Estudos e Monitoramento Interdisciplinar da Reforma Trabalhista (REMIR) est\u00e1 lan\u00e7ando o livro <strong>\u201cReforma trabalhista no Brasil: promessas e realidade\u201d<\/strong> (<em>Campinas, SP: Curt Nimuendaj\u00fa, 2019<\/em> \u2013 vers\u00e3o digital gratuita). Trata-se da primeira publica\u00e7\u00e3o da REMIR, constitu\u00edda por professores e pesquisadores de institui\u00e7\u00f5es brasileiras que se debru\u00e7am sobre a tem\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<p style=\"text-align:center\" class=\"has-text-color has-background has-medium-font-size has-very-dark-gray-color has-luminous-vivid-amber-background-color\"><strong><a href=\"http:\/\/apub.org.br\/wp-content\/uploads\/2019\/09\/REMIR-br-1.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\"BAIXE O LIVRO COMPLETO CLICANDO AQUI (abre em uma nova aba)\">BAIXE O LIVRO COMPLETO CLICANDO AQUI<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O livro \u00e9 composto de 7 cap\u00edtulos, todos\neles fundamentados em extensas pesquisas emp\u00edricas. Aqui constam brevemente\nalgumas das conclus\u00f5es das investiga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Dentre os principais impactos da reforma, ela\nparece estar contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o dos custos trabalhistas. Contudo, ao\nfazer isso, ela ajuda a restringir o consumo, desestimulando investimentos,\nportanto, a cria\u00e7\u00e3o dos prometidos empregos. Mesmo o pequeno saldo de empregos\nformais registrados ap\u00f3s sua ado\u00e7\u00e3o (inferior a qualquer outro per\u00edodo anterior\nem que a economia n\u00e3o esteve em recess\u00e3o) n\u00e3o pode ser atribu\u00eddo \u00e0 reforma,\npois:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>O\nsetor espec\u00edfico (pelo CNAE) em que isoladamente mais cresceu o emprego ap\u00f3s a\nreforma (40 mil at\u00e9 maio de 2019), o transporte rodovi\u00e1rio de carga, foi\nfortemente afetado por uma altera\u00e7\u00e3o na regula\u00e7\u00e3o do trabalho que,\nacidentalmente, se op\u00f5e \u00e0 reforma. Com a greve dos caminhoneiros, foi\nestabelecido um pre\u00e7o m\u00ednimo do frete para os supostos aut\u00f4nomos. Isso, na\npr\u00e1tica, instituiu um sal\u00e1rio m\u00ednimo para a contrata\u00e7\u00e3o desses trabalhadores,\nelevando o pre\u00e7o de contrata\u00e7\u00e3o e incitando a substitui\u00e7\u00e3o de tal modalidade de\ncontrata\u00e7\u00e3o (queda de mais de 50 mil um ano ap\u00f3s a reforma, segundo a PNAD) por\nempregados formais. Ou seja, como que por ironia, uma medida protetiva, oposta\n\u00e0 reforma (mesmo que n\u00e3o deliberadamente), foi respons\u00e1vel pelo principal\ndestaque na amplia\u00e7\u00e3o de vagas formais. <\/li><li>O\ngrande setor de sa\u00fade e servi\u00e7os sociais (2\u00ba posi\u00e7\u00e3o entre as se\u00e7\u00f5es do CNAE) \u00e9\npesadamente influenciado por empregos no servi\u00e7o p\u00fablico, particularmente\nconcursos e organiza\u00e7\u00f5es sociais. Exemplos de contrata\u00e7\u00f5es de profissionais da\nsa\u00fade e outros servi\u00e7os sociais com CTPS, por estados e prefeituras, abundam na\ninternet. Essa expans\u00e3o nas contrata\u00e7\u00f5es com CLT no servi\u00e7o p\u00fablico, por \u00f3bvio,\nn\u00e3o tem nada a ver com a reforma, e, pelo contr\u00e1rio, \u00e9 muitas vezes\ninfluenciada pela atua\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es de regula\u00e7\u00e3o do direito do trabalho\ncontra formas fraudulentas de contrata\u00e7\u00e3o. <\/li><li>O\nsaldo do grande setor de atividades imobili\u00e1rias, alugu\u00e9is e servi\u00e7os prestados\n\u00e0s empresas (1\u00ba lugar entre as se\u00e7\u00f5es) parece fundamentalmente vinculado \u00e0\nterceiriza\u00e7\u00e3o de ocupa\u00e7\u00f5es nas chamadas atividades meio, que j\u00e1 era legalizada\nantes da reforma. Esse grande setor \u00e9 marcado pela presen\u00e7a de atividades\ntipicamente terceirizadas, como servi\u00e7os de escrit\u00f3rio, de apoio\nadministrativo, limpeza em pr\u00e9dios e domic\u00edlios, servi\u00e7os para edif\u00edcios. As\nfun\u00e7\u00f5es mais contratadas pelo grande setor, como faxineiro, auxiliar de\nescrit\u00f3rio, assistente administrativo, recepcionista, porteiro de edif\u00edcio,\nvigia, manuten\u00e7\u00e3o de edif\u00edcio, vigilante, auxiliar de conserva\u00e7\u00e3o de via, de\nmanuten\u00e7\u00e3o predial, auxiliar de pessoal, representam 29% do saldo de todo o\nemprego formal ap\u00f3s a reforma.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, a informalidade cresceu desde\na implementa\u00e7\u00e3o da reforma. A formaliza\u00e7\u00e3o por meio de novas modalidades de\ncontrata\u00e7\u00e3o (como o trabalho intermitente e o trabalho por tempo parcial) n\u00e3o\nadquiriu os volumes propalados pelos defensores da Reforma. Na verdade, a\nreforma parece estar contribuindo para a redu\u00e7\u00e3o da formalidade ao incentivar a\nsubstitui\u00e7\u00e3o de empregos formais por informais e ilegais. Por exemplo, enquanto\ncai o n\u00famero de empregados formais como motoristas, cabelereiros, manicures,\ntrabalhadores rurais, cresce o n\u00famero de pessoas nessas mesmas fun\u00e7\u00f5es como\nempregados sem carteira ou considerados aut\u00f4nomos. A reforma legitima esse\nprocesso, colaborando para a cristaliza\u00e7\u00e3o de uma din\u00e2mica que j\u00e1 estava\nacontecendo desde 2015. Isso ocorre, dentre outras raz\u00f5es, porque a reforma\nimp\u00f4s uma brutal restri\u00e7\u00e3o do acesso dos trabalhadores \u00e0 justi\u00e7a e enfraqueceu os\nsindicatos, reduzindo as chances de combate \u00e0 informalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m do aumento da informalidade, a\nreforma parece estar contribuindo para a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho em outros\naspectos. A remunera\u00e7\u00e3o dos trabalhadores tem apresentado tend\u00eancia de queda,\ntanto dos sal\u00e1rios m\u00e9dios, quanto de entrada. Isso n\u00e3o parece coincid\u00eancia, j\u00e1\nque os reajustes salariais previstos nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas t\u00eam sido cada\nvez piores e a maioria tem ficado abaixo da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao tempo de trabalho, ocorreu uma interrup\u00e7\u00e3o\nda tend\u00eancia de redu\u00e7\u00e3o da jornada m\u00e9dia que vinha desde os anos 2000. Enquanto\nisso, tem ocorrido uma expressiva polariza\u00e7\u00e3o das jornadas, com incremento da\nfaixa de trabalhadores que laboram mais de 49 horas por semana e daqueles com menos\nde 14 horas. Ou seja, tem mais gente trabalhando em excesso, e mais gente\ntrabalhando menos do que gostaria.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma parte da queda dos rendimentos do\ntrabalho e da polariza\u00e7\u00e3o das jornadas tem rela\u00e7\u00e3o com a amplia\u00e7\u00e3o dos\ntrabalhadores contratados por \u201caplicativos\u201d (forma de contrata\u00e7\u00e3o legitimada\npela reforma com a mudan\u00e7a do conceito de trabalho \u201caut\u00f4nomo\u201d), que comumente\nrecebem menos de um sal\u00e1rio m\u00ednimo por m\u00eas mesmo trabalhando mais de 8 horas\npor dia.<\/p>\n\n\n\n<p>Como dito, a reforma produziu um impacto\nprofundo na restri\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 justi\u00e7a pelos trabalhadores, e, por conseguinte,\numa redu\u00e7\u00e3o da j\u00e1 combalida efetividade dos direitos previstos. Por exemplo,\ninformalidade, acidentes e sonega\u00e7\u00e3o do FGTS crescem ap\u00f3s a reforma, mas o\nn\u00famero de processos sobre tais temas cai. Ou seja, direitos remanescentes se\nenfraqueceram, ao passo que a ilegalidade cresceu, contradizendo patentemente o\nargumento de que havia anteriormente um uso esp\u00fario dos processos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 tamb\u00e9m interessante pontuar que, a\ndespeito do discurso de valoriza\u00e7\u00e3o dos atores coletivos, ap\u00f3s a reforma caiu o\nn\u00famero de instrumentos coletivos assinados. Ainda mais relevante \u00e9 o fato de\nque ca\u00edram mais os acordos (por empresa) do que as conven\u00e7\u00f5es (por setor),\ncontraindo o objetivo declarado de promover a descentraliza\u00e7\u00e3o das negocia\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Os defensores da reforma argumentam que\nela n\u00e3o alcan\u00e7ou seus principais objetivos declarados por conta da crise\necon\u00f4mica e ou porque ainda est\u00e1 em vigor h\u00e1 pouco tempo. Contudo, a reforma\nfoi adotada justamente para resolver crise. Em outras palavras, n\u00e3o faz sentido\ndizer que o rem\u00e9dio (a reforma) \u00e9 ineficiente porque foi v\u00edtima da doen\u00e7a (a\ncrise) que deveria curar. Quanto ao tempo em vigor, para os efeitos que poderia\nproduzir, a reforma foi rapidamente efetiva, como no caso da queda do n\u00famero de\nprocessos judiciais. Ademais, o fato de emprego estar no fundo do po\u00e7o era um\ngrande facilitador para uma r\u00e1pida recupera\u00e7\u00e3o, como ocorreu em outros momentos\nde crise no Brasil. O que o argumento da \u201cfalta de tempo\u201d busca \u00e9 impossibilitar\no contradit\u00f3rio, pois se passaram quase 2 anos desde a entrada em vigor da\nreforma, mas mesmo que fossem 10, poder-se-ia continuar afirmando que ainda n\u00e3o\nseria tempo suficiente.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 preciso estimular um debate racional sobre a regula\u00e7\u00e3o do trabalho.\n Esse \u00e9 o objetivo mais geral do livro, especialmente em um contexto em \nque h\u00e1 projetos de aprofundamento da reforma trabalhista.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftnref1\">[1]<\/a>\nhttps:\/\/g1.globo.com\/economia\/noticia\/nova-lei-trabalhista-vai-gerar-mais-de-6-milhoes-de-empregos-diz-meirelles.ghtml<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftnref2\">[2]<\/a> Voto do relator do parecer da\nreforma, dispon\u00edvel em:\nhttps:\/\/www.camara.leg.br\/proposicoesWeb\/prop_mostrarintegra?codteor=1544961<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftnref3\">[3]<\/a> O desemprego aberto (na PNAD,\ndesocupa\u00e7\u00e3o), \u00e9 o conceito mais restrito, que considera desocupado apenas quem\nprocurou emprego e n\u00e3o teve qualquer rendimento do trabalho no per\u00edodo da\npesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/livro-reforma-trabalhista-no-brasil-promessas-e-realidade\/#_ftnref4\">[4]<\/a> O desemprego total (na PNAD, subutiliza\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho) \u00e9 a soma do desemprego aberto, das pessoas subocupadas (trabalham menos do que gostariam) e da for\u00e7a de trabalho potencial (pessoas que gostariam de trabalhar, mas n\u00e3o puderam ou desistiram de procurar no per\u00edodo da pesquisa).<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: <a href=\"http:\/\/abet-trabalho.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" aria-label=\" (abre em uma nova aba)\">ABET<\/a> &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Estudos do Trabalho<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 quase 2 anos, em novembro de 2017, entrou em vigor a chamada reforma trabalhista (Lei 13.467), que alterou centenas de disposi\u00e7\u00f5es da legisla\u00e7\u00e3o do trabalho no Brasil, particularmente da CLT. A reforma foi aprovada com base em algumas promessas declaradas, dentre as quais se destacam a cria\u00e7\u00e3o de milh\u00f5es de postos de trabalho[1] e [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":29855,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[530,146],"tags":[],"class_list":["post-29853","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques-1","category-latest-news"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29853","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29853"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29853\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29855"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29853"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29853"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/apub.org.br\/siteantigo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29853"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}