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Ontem (09 de março) foi realizada Assembleia Geral Apub para debater a luta contra a Reforma da Previdência. Os/as docentes fizeram propostas para que os impactos da PEC 287 sejam amplamente divulgados e conhecidos, assim como para intensificar as mobilizações na UFBA. As distintas falas dos presentes serviram para reafirmar o caráter reacionário da Reforma, que pretende pôr fim ao sistema de seguridade social, a partir de exigências que dificultam o acesso à aposentadoria e pensões. Também foi ressaltado que a PEC faz parte de um projeto maior antidemocrático e de retirada de direitos, no qual consta também outras medidas que serão votadas no Congresso, como a reforma trabalhista e a terceirização.

A paralisação nacional do dia 15 de março já conta com uma agenda de atividades dentro e fora da Universidade: 7h haverá manifestação em frente ao Shopping da Bahia; às 10h, atividade político-cultural na Praça das Artes da UFBA, em Ondina, que contará com apresentações de teatro, dança e música; e às 15h, o ato unificado no Campo Grande. Para mobilizar, foram aprovadas passagens em sala de aula, distribuição de materiais informativos, circulação de carro de som e aumento das faixas contra a reforma nos campi. Haverá uma reunião para organizar as atividades na segunda-feira (13), às 09h no Instituto de Letras. Além disso, foi discutida a importância de ir à Brasília nas datas de votação, fortalecer a articulação com outras entidades e também a atuação do Comitê UFBA.

Ainda na ocasião, a presidenta da Apub, Luciene Fernandes informou que a UFBA não se manifestou em relação aos cálculos da ação dos 3,17%, só pediu desmembramento através de grupos. Ela frisou o apoio e participação do sindicato na Marcha das Mulheres no 8 de março e na construção o Março Lilás da UFBA; fez o repasse do seminário de consulta, convocado pelo Coletivo Baiano do Fórum Social Mundial, para a realização do FSM em Salvador, chamando também os professores para avaliarem a possibilidade desta articulação.