Aumento de 4% depende de aprovação do PL 2203

O reajuste salarial de 4% para os docentes das instituições de ensino superior, EBTT e aposentados foi acordado na mesa de negociação com o Ministério do Planejamento em agosto passado, assim como a incorporação das gratificações ao salário base. No entanto, para os professores verem o valor depositado na conta, ainda têm que esperar a aprovação do Projeto de Lei nº 2.203/2011, cujo texto discorre sobre o acordo assinado entre o MPOG, Proifes e Andes. Ou seja, o aumento não entra na folha de pagamento de março. Só vai sair quando os deputados derem o aval nas comissões de Trabalho, Administração e de Serviço Público, Finanças e Tributação e Constituição, Justiça e Cidadania. Para pressionar os parlamentares, representantes dos docentes – inclusive a presidenta da Apub, Silvia Lúcia Ferreira, e a vice-presidenta, Eloísa Pinto, junto ao Proifes – já estiveram por diversas vezes na Câmara Federal. Os trabalhadores explicaram que o último reajuste foi em 2010 e que é preciso agilizar a votação. Como resposta, ouviram que os reajustes das outras categorias dos servidores públicos federais vai valer a partir de julho. Diante da situação, os professores das Ifes têm de se manter mobilizados para pressionar a votação do PL.

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