Tem início a terceira edição do Conversando sobre a História da Escola Politécnica da UFBA

Hoje (17) aconteceu a abertura da terceira edição do “Conversando sobre a História da Escola Politécnica da UFBA”, que irá até o dia 19 (quinta-feira), em comemoração aos cento e vinte um anos da instituição, com temas que abordam as coleções museológicas da Escola Politécnica, relatos sobre a experiência vivida por ex-docentes no período da Ditadura Militar e restauração dos acervos da instituição. A abertura da mesa de apresentação contou com nomes importantes da história da segunda maior Escola de Engenharia do Brasil e a primeira do Nordeste. Os expositores Ubiratan Felix (presidente do Sindicato dos Engenheiros da Bahia), Lenaldo Almeida (presidente do IPB), Ricardo Carvalho (vice-presidente da APUB), Louise Amaral (curadora do memorial), Luis Edmundo Campos( presidente do CREA) e Tatiana Bittencourt (diretora da Escola Politécnica da UFBA) fizeram uma breve apresentação das suas experiências pessoais e profissionais na Politécnica; ressaltaram a importância do legado da engenharia na construção do país e a necessidade em manter o Memorial para contribuir na formação de profissionais da engenharia. “A Politécnica está resgatando a nossa história; eu faço parte deste processo. A engenharia tem como objetivo dar melhores condições de vida para as pessoas; esse é o maior desafio do engenheiro, dialogar com o alunos e com a sociedade”, afirmou Ubiratan Felix.

A imagem pode conter: 1 pessoa, sentado, mesa e área interna

Para o vice-presidente da Apub Ricardo Carvalho, ” iniciativas como essa são importantes para perceber a importância da história da engenharia e sua contribuição nos dias atuais”. Ele também lembrou a luta do professor Bautista Vidal – engenheiro e físico falecido em 2013, que foi umas das maiores autoridades em Energia no Brasil – pela soberania e autonomia do setor energético brasileiro.

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sentadas“São depoimentos vivos de uma instituição com uma imagem honrosa perante à sociedade, com onze cursos – o maior complexo científico do nordeste -,  formando os melhores profissionais no setor de engenharia. Isso orgulha quem faz parte dessa história. O objetivo é consolidarmos cada vez mais esse legado”, comentou Lenaldo Almeida (presidente do IPB).

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sentadas e área interna

A segunda mesa, mediada por Tatiana Bittencourt ( diretora da Escola Politécnica da UFBA), contou com a participação do historiador Emiliano Côrtez e do professor da UFBA Sérgio Fraga, os quais também ressaltaram a importância da Politécnica para Bahia e para o Brasil dentro do contexto social.

Todas as atividades da programação são propostas de interesse da comunidade acadêmica, profissional e da sociedade em geral, pois permite conhecer a história da EPUFBA. O Memorial Arlindo Coelho Fragoso está disponível para docentes e discentes.

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