Mobilizar para negociar. Negociar para avançar

Amanhã (11), no Dia do Estudante, serão realizados atos nacionais em defesa da Educação, em Brasília, convocado por entidades ligadas à Educação, como Proifes-Federação, sindicatos de docentes, UNE, CNTE e ANPG, e por centrais sindicais e movimentos sociais. Nesta semana, é vital pressionar o governo para reativar a negociação geral e com as entidades de docentes das IFES, que estão lutando para defender a universidade pública, atingida por cortes, e por adequadas condições de trabalhado e remuneração.

Na semana passada, prosseguiram as negociações com a Fasubra, que representa os servidores técnicos-administrativos das instituições de ensino. E anuncia-se, ainda esta semana, diversas reuniões setoriais com outras entidades representativas dos servidores públicos federais. Entretanto, em relação aos docentes, o governo manteve-se em silêncio e até o momento, não marcou reunião com as entidades para negociar as pautas específicas da categoria e da universidade.

Diante desse congelamento, que prejudicará o processo de diálogo das entidades de docentes com suas bases para discutir as propostas colocados na mesa, este é o momento de convocar a categoria para mobilização e pressionar o governo por uma efetiva negociação, no sentido de avançar nas conquistas.

A manifestação será às 14h, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, e às 18h, será realizada uma vigília em frente ao Ministério da Educação. Os atos também estarão articulados em defesa da democracia e da Petrobras, como operadora única do pré-sal, tendo em vista projeto de lei 131/2015, de autoria do senador José Serra (PSDB-SP), que derruba a participação mínima de 30% da estatal na exploração do pré-sal. Caso o projeto de lei seja aprovado, os recursos da exploração do mineral destinados à educação estarão seriamente comprometidos.

Também acontecerá, em Brasília, a Marcha das Margaridas, no dia 11 e 12, com a pauta “Desenvolvimento Sustentável com Democracia, Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade”. A expectativa é de 100 mil mulheres trabalhadoras.

APUB Sindicato

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