Brasília sediou, no último dia 15 de abril, a Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (CONCLAT 2026) e a Marcha Nacional da Classe Trabalhadora. Organizados pela CUT, acompanhada de Força Sindical, UGT, CTB, CSB, Nova Central Sindical, Intersindical e Pública, o ato reuniu trabalhadores e trabalhadoras de todos os estados e setores econômicos do país, demonstrando um grande movimento de mobilização nacional em defesa de direitos, melhores condições de trabalho e um Brasil mais justo.
A professora Marta Lícia, ex-presidenta da APUB, representou o Sindicato nos eventos e reforçou a importância do fortalecimento das negociações dos acordos coletivos: “a gente precisa de uma regulamentação para que a negociação coletiva e o acordo coletivo, ele, de fato, venha a acontecer para o serviço público. Nós tivemos uma participação organizada do setor da educação, PROIFES e CNTE estavam lá, com as pautas da educação, que, inclusive, incluiu a aprovação no dia anterior do próprio Plano Nacional de Educação.”
Uma das diretoras do Sindprev e diretora da Saúde do Trabalhador da CUT, Alindaí Santana, reafirma a importância da luta e presença da CUT na CONCLAT e na Marcha “a CUT foi justamente em busca da retirada da escala 6×1 como forma de dar condições de vida, saúde e qualidade ao trabalho. A CUT foi em busca da bandeira de luta: qualidade de vida e condições de trabalho.“
A Marcha da Classe Trabalhadora percorreu a Esplanada dos Ministérios e culminou na entrega da pauta de reivindicações aos presidentes dos três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. O documento reúne propostas fundamentais para o próximo período, refletindo as demandas urgentes da classe trabalhadora brasileira.
O CONCLAT 2026 e a marcha reafirmaram a importância da organização coletiva e da unidade sindical como instrumentos fundamentais para a conquista e manutenção de direitos.

