APUB SINDICATO DOS PROFESSORES DAS INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR DA BAHIA

Seminário da CUT nesta quarta (13) lança campanha permanente contra o feminicídio

Atividade híbrida marca adesão da CUT ao Pacto Nacional “Brasil Contra o Feminicídio” e apresenta ações da campanha “Pela Vida das Mulheres, a Luta é de Todos”

A CUT realizou nesta quarta-feira, 13 de maio, o Seminário de Lançamento da Campanha Permanente de Combate ao Feminicídio – “Pela Vida das Mulheres, a Luta é de Todos”. Durante a atividade, a CUT formalizou sua adesão ao Pacto Nacional “Brasil contra o Feminicídio”, iniciativa do governo federal voltada à articulação de políticas públicas de prevenção e enfrentamento à violência contra as mulheres.

No formato híbrido, a atividade contou com a participação de mais de 350 pessoas, presentes na sede nacional da Central, em São Paulo, e também por videoconferência, reunindo dirigentes sindicais, lideranças e trabalhadores e trabalhadoras da Rede CUT. A professora Marta Lícia, ex-presidenta da APUB, representou o Sindicato e comentou a importância da união sindical em prol desse tema: “a campanha da CUT acontece em um momento crucial para que possamos enfrentar as violências de gênero nos locais de trabalho e nos espaços do movimento sindical, além da promoção de ações contínuas de formação, comunicação, mobilização organizados pelos sindicatos cutistas, como a Apub”.

A campanha permanente da CUT prevê ações planejadas ao longo de 2026, incluindo a implementação do Protocolo da CUT de combate ao assédio e violências de gênero, a construção de pautas para negociação coletiva em campanhas salariais e iniciativas de formação, comunicação e mobilização nos sindicatos e entidades filiadas. O objetivo é fortalecer a atuação sindical na luta contra o racismo, a denúncia da chamada “abolição inacabada” e o enfrentamento às múltiplas violências que atingem especialmente as mulheres negras.

A escolha do 13 de maio, data de reflexão sobre a abolição da escravatura (Lei Áurea em 1888), tem o objetivo de promover o debate sobre o  racismo, a violência de gênero e as desigualdades estruturais no país, especialmente diante da realidade vivida pelas mulheres negras.


Fonte:CUT Brasil

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